Para muitos moradores, a ação representou mais do que a entrega de alimento: foi um gesto de cuidado, respeito e solidariedade em um momento de fé e reflexão.
Blog do Zé Viola
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sexta-feira, 3 de abril de 2026
Almeidinha mobiliza multidão e distribui 10 toneladas de pescado na Semana Santa em Afonso Cunha
quinta-feira, 26 de março de 2026
Fenômeno da oposição, Almeidinha recebe Orleans Brandão em Afonso Cunha
Em mais um movimento que reforça sua crescente influência política
na região, o líder da oposição Almeidinha recebeu, em sua residência, a visita
de Orleans Brandão, secretário municipalista do Estado do Maranhão e
pré-candidato ao governo do Maranhão.
O
encontro, realizado em Afonso Cunha, reuniu apoiadores e lideranças locais,
consolidando o nome de Almeidinha como uma das principais vozes políticas do
município. Considerado por muitos como um fenômeno da oposição, ele tem ganhado
destaque pelo seu posicionamento firme e pela proximidade com a população.
A recepção também simboliza um momento estratégico no cenário
político local, evidenciando a articulação e o prestígio de Almeidinha junto a
importantes nomes da política estadual.
quinta-feira, 19 de março de 2026
Justiça determina demolição de obra que bloqueava acesso a garagem em Afonso Cunha (MA)
Uma decisão judicial determinou a demolição de uma construção
em desfavor do ex-prefeito Arquimedes Bacelar, que estaria impedindo o acesso da
garagem do Sr. Nonato Aragão e Grabriela Braga, no município de Afonso Cunha,
no Maranhão. A medida foi concedida em caráter liminar após análise inicial do
caso, que aponta para a ocorrência de esbulho possessório — quando há privação
do uso de um bem por seu legítimo possuidor.
A decisão reconhece, em análise preliminar, que os autores já
exerciam a posse do imóvel antes do conflito, com indícios de uso contínuo por
cerca de 20 anos. O espaço, utilizado como garagem, possui área de 37,16 m² e
está localizado em um corredor com acesso único à via pública, a Rua Deputado
Raimundo Bacelar.
Ainda conforme os documentos apresentados, a área ocupada
pelo requerido não possui matrícula imobiliária nem registro formal que
comprove a titularidade, o que levanta questionamentos sobre a legalidade da
construção realizada no local. Além disso, certidão negativa anexada ao
processo indica a ausência de domínio do requerido sobre o imóvel em obras.
Durante audiência de justificação, testemunhos reforçaram as
alegações dos autores. Segundo os relatos, além de bloquear o acesso à garagem,
a construção também teria provocado alagamentos, ao dificultar o escoamento da
água, causando prejuízos adicionais à propriedade.
Diante dos elementos apresentados — incluindo fotografias, planta
topográfica e memorial descritivo — o Judiciário entendeu haver fundamentos
suficientes para conceder a tutela de urgência.
Na decisão, o juiz determinou que o requerido promova, no
prazo de 10 dias, a demolição da obra e a remoção de qualquer obstáculo que
impeça o acesso à garagem. Também foi ordenada a suspensão imediata de novas
construções no local até o julgamento final do processo.
Em caso de descumprimento, foi fixada multa diária de R$
1.000, limitada a R$ 50 mil. A decisão ainda autoriza a expedição de mandado de
reintegração de posse, com possibilidade de uso de força policial, se
necessário.
O requerido foi citado para apresentar defesa no prazo de 15
dias. Caso não se manifeste, poderá ser considerado revel, o que implica na
presunção de veracidade das alegações apresentadas pelos autores.
A decisão foi proferida pelo juiz Dr. Manoel Felismino Gomes
Neto, titular da 2ª Vara da Comarca de Coelho Neto (MA), e deverá ser cumprida
com urgência.
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026
Aliança nos Bastidores? Prefeito Pedro Medeiros e Arquimedes Bacelar Mantêm Grupo Unido Apesar de Rumores de Rompimento
Prefeito Pedro Medeiros cumprimentando o ex-prefeito Arquimedes Bacelar
Os rumores de rompimento entre o prefeito Pedro Medeiros (PL) e o
ex-prefeito Arquimedes Bacelar (PDT), ganharam força nos últimos dias, alimentando
discursos de independência política e “nova fase” administrativa. No entanto,
uma análise mais atenta dos fatos indica que a tão falada ruptura pode não
passar de um movimento estratégico — uma encenação cuidadosamente calculada
para consumo público.
Apesar
das versões que circulam nos bastidores e nas redes sociais, o grupo político
que sustentou as últimas gestões segue praticamente intacto. Cargos
estratégicos continuam ocupados por nomes ligados ao ex-prefeito, decisões
administrativas mantêm a mesma linha de condução e articulações políticas
revelam que o núcleo duro da gestão permanece unido.
Se
houve rompimento, ele ainda não se materializou em ações concretas. Não houve
exonerações expressivas, não houve revisão de contratos emblemáticos, tampouco
mudanças significativas na estrutura de poder. Pelo contrário: aliados
históricos seguem influentes, e o discurso público parece destoar da prática
política.
É
legítimo que lideranças reavaliem alianças. A política é dinâmica e repleta de
reconfigurações. O que não parece razoável é sustentar uma narrativa de
separação enquanto os sinais apontam para continuidade. A impressão que fica é
a de uma estratégia para diluir desgastes e reorganizar forças visando cenários
eleitorais futuros, preservando ambos os lados.
A
manutenção da unidade interna, mesmo sob o discurso de afastamento, reforça a
percepção de que existe uma aliança nos bastidores. E, se essa aliança for
benéfica para a estabilidade administrativa e para o desenvolvimento do
município, que seja assumida com transparência. O problema não está na união
política em si, mas na tentativa de negar o que os fatos sugerem.
A
população não se orienta apenas por discursos, mas por atitudes. Se o prefeito
Pedro Medeiros deseja consolidar uma imagem de autonomia, precisará
demonstrá-la com decisões claras e públicas. Até lá, a narrativa do rompimento
continuará soando como estratégia — não como realidade.
No fim das contas, a pergunta que permanece é simples: trata-se de
um rompimento genuíno ou de uma reorganização silenciosa para manter o grupo
forte, porém menos exposto? Enquanto não houver evidências concretas de
mudança, a resposta tende a pender para a segunda hipótese.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2026
Afonso Cunha - Exoneração nas finanças levanta suspeitas e salários seguem atrasados
A mudança não trouxe alívio para os servidores e contratados,
que continuam sem receber seus salários, acumulando dificuldades financeiras e
incertezas quanto ao futuro. Para muitos, a exoneração não passa de uma troca
de nomes, sem qualquer impacto real na solução dos problemas que afetam a
gestão.
Enquanto o discurso oficial fala em reorganização
administrativa, a realidade nas repartições é outra: atrasos persistem,
cobranças aumentam e a insatisfação cresce entre funcionários que dependem do
pagamento para sustentar suas famílias.
A situação reforça críticas de que as decisões do Executivo
municipal estariam mais ligadas a interesses políticos e familiares do que ao
compromisso com a transparência e o respeito ao servidor público.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026
Pedro Medeiros VS Arquimedes Bacelar - Racha ou estratégia pelo atraso de pagamento aos funcionários?
O atraso no pagamento dos servidores municipais da Prefeitura
municipal de Afonso Cunha voltou a gerar repercussão política e levanta
questionamentos sobre a real situação nos bastidores. Em meio às reclamações
dos funcionários, o prefeito Pedro Medeiros afirma publicamente estar rompido
politicamente com Arquimedes. No entanto, apesar do discurso de conflito, só
duas (02) exoneração foi feita até o momento.
A contradição entre a fala e a prática tem alimentado
especulações: trata-se de um racha político verdadeiro ou apenas de uma estratégia
para administrar a crise e redistribuir responsabilidades?
Para analistas políticos, quando há rompimento efetivo, a conseqüência
natural costuma ser a exoneração do aliado. A permanência de Arquimedes no
cargo indica que, mesmo com o discurso de afastamento, ainda pode existir
acordo, dependência administrativa ou cálculo político.
Enquanto isso, os servidores seguem aguardando uma solução
concreta para o atraso salarial, principal problema que motivou a crise. A
situação reforça a percepção de que disputas internas — reais ou encenadas —
acabam recaindo diretamente sobre quem depende do salário para sobreviver.
Pedro Medeiros em uma jogada de “mestre” baixou portaria com
o nome do filho Mateus Medeiros, para assumir a secretaria municipal de
administração e finanças, substituindo Wendel Paranhos, o braço direito de Arquimedes.
sexta-feira, 3 de outubro de 2025
Senar/MA, Faema e Instituto IPPC promovem curso gratuito de Primeiros Socorros em Afonso Cunha
O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/MA), em
parceria com a Faema e o Instituto IPPC, Diogo Souza, estará oferecendo em
Afonso Cunha o Curso de Noções Básicas de Primeiros Socorros.
A capacitação é aberta a toda a comunidade e tem como
público-alvo um perfil diversificado, abrangendo qualquer pessoa interessada em
adquirir conhecimentos essenciais para agir em situações de emergência.
O curso é totalmente gratuito e tem como requisito a idade
mínima de 14 anos. A iniciativa busca preparar cidadãos para agir de forma
correta e segura em casos de acidentes, mal súbito ou outras ocorrências que
exijam atendimento rápido até a chegada de profissionais de saúde.
Com essa ação, as instituições reforçam o compromisso em
oferecer formação prática e acessível, contribuindo para a prevenção de riscos
e para a promoção do bem-estar coletivo em Afonso Cunha.
domingo, 17 de agosto de 2025
Bomba! Mulher que gravou vídeo e acusou vice-prefeito Floriano de “estupro” recebeu R$ 13 mil do PNAE sem comprovação de produção agrícola
O PNAE é um programa federal que destina recursos para a
compra de alimentos da agricultura familiar, visando fortalecer pequenos
produtores e garantir a alimentação escolar de qualidade. A situação levantou
questionamentos sobre possíveis irregularidades na execução do programa no
município.
A defesa do vice-prefeito afirma que o caso evidencia um
suposto uso político de acusações para desmoralizar Floriano. Já aliados da
vereadora Júlia Rodrigues, que apoiou a denunciante, não se pronunciaram até o
momento.
O Ministério Público deve ser acionado para apurar tanto a
denúncia apresentada contra o vice-prefeito quanto a regularidade dos
pagamentos realizados pelo PNAE.
O caso segue repercutindo fortemente no cenário político
local, aumentando a tensão entre grupos rivais.
Urgente! Almeidinha encara crise de frente e visita Floriano: recado claro contra a “armação” da vereadora Júlia Rodrigues
A visita do líder político Almeidinha ao vice-prefeito
Floriano Pereira não foi apenas um gesto simbólico, mas um verdadeiro ato de
enfrentamento. Em meio às acusações disparadas pela vereadora Júlia Rodrigues,
o movimento soa como um tapa na mesa: Floriano não está sozinho e não será
derrubado por manobras de bastidores.
Enquanto Júlia tenta transformar denúncias em espetáculo,
Almeidinha apostou na proximidade e no gesto público para expor o que muitos já
comentam nos bastidores: há uma armação em curso para desmoralizar, prender e
cassar Floriano em tempo recorde de gestão. Não por acaso, o encontro foi lido
como um ato de coragem — e, acima de tudo, de desafio.
A política local está dividida entre quem enxerga Júlia como
porta-voz da moralidade e quem a vê como protagonista de um enredo de acusações
forjadas. Uma coisa, no entanto, é inegável: Floriano virou alvo, e Almeidinha
decidiu enfrentá-lo de peito aberto, transformando solidariedade em resistência
política.
Se o objetivo era enfraquecer o vice-prefeito, o efeito pode
ter sido o contrário. A cada ataque, Floriano parece ganhar mais aliados
dispostos a expor a farsa. Júlia Rodrigues, com sua estratégia de acusação,
pode acabar sendo vítima da própria trama que ajudou a montar.
quarta-feira, 23 de julho de 2025
Justiça Determina Homologação de Concurso Público em Afonso Cunha após Inércia da Prefeitura
O Poder Judiciário do Maranhão proferiu sentença favorável a um
grupo de aprovados no concurso público promovido pela Prefeitura de Afonso
Cunha, após mais de 100 dias de omissão por parte da administração municipal. A
decisão foi motivada por mandado de segurança impetrado por Leonardo Messias da
Silva Bezerra e outros litisconsortes, que denunciaram o descumprimento do
cronograma previsto no Edital nº 001/2024.
O
certame, que teve seu resultado final publicado pela banca organizadora em 28
de novembro de 2024, previa a homologação oficial no dia 2 de dezembro do mesmo
ano. No entanto, mesmo com os aprovados dentro do número de vagas
estabelecidas, a Prefeitura, sob gestão do prefeito Pedro Ferreira Medeiros,
não homologou o concurso e permaneceu inerte diante de requerimentos
administrativos protocolados pelos candidatos.
Na
ação, os impetrantes sustentaram que a omissão da autoridade coatora compromete
diretamente o direito líquido e certo dos aprovados, impedindo a nomeação e
posse, além de ferir os princípios constitucionais da legalidade, eficiência e
moralidade administrativa.
Ao
analisar o caso, o Judiciário reconheceu a mora injustificada por parte do
gestor municipal e determinou, em caráter liminar, que o concurso fosse
imediatamente homologado, com a devida publicação no Diário Oficial do
Município. Em caso de descumprimento, foi fixado prazo máximo de 30 dias, sob
pena de multa diária.
A
sentença representa uma importante vitória para os candidatos aprovados e
reitera a responsabilidade dos entes públicos em seguir os princípios que regem
a administração pública. O mérito do mandado de segurança ainda será julgado
definitivamente, mas a liminar já assegura um passo fundamental no processo de
efetivação dos direitos dos concursados.
A Prefeitura de Afonso Cunha ainda não se manifestou oficialmente
sobre a decisão.
sexta-feira, 11 de julho de 2025
Alô Ministério Público! Prefeitura de Afonso Cunha é alvo de questionamentos por licitações milionárias suspeitas
Afonso Cunha (MA) – A gestão municipal de Afonso Cunha voltou
a ser alvo de críticas após a publicação de licitações com valores milionários,
levantando suspeitas sobre a real necessidade, transparência e
proporcionalidade dos gastos públicos. Somados, os contratos ultrapassam R$ 17
milhões, em um município com pouco mais de 6 mil habitantes.
Ainda mais controversas são as licitações para manutenção e
adequação de estradas vicinais do município. Duas atas de registro de preços, com
objetos semelhantes, foram publicadas num curto espaço de tempo: uma no valor
de R$ 9.040.331,00 e outra no valor de R$ 7.613.986,00 – totalizando
impressionantes R$ 16.654.317,00 somente para serviços em estradas.
Para moradores e lideranças locais, os valores são
incompatíveis com a realidade do município. “É dinheiro que daria pra colocar
concreto em todas as estradas vicinais e veredas de Afonso Cunha”, afirma um
morador da zona rural, que prefere não se identificar. O comentário ecoa uma
crítica recorrente: as estradas continuam em más condições, mesmo com cifras
milionárias supostamente destinadas à sua melhoria.
As licitações, apesar de publicadas oficialmente, carecem de
informações detalhadas sobre o cronograma, empresas vencedoras, escopo exato
dos serviços e fiscalização das obras. Até o momento, o prefeito Pedro Medeiros (PL), não se pronunciou sobre os questionamentos da
população e da oposição.
Organizações da sociedade civil e moradores pedem que os
órgãos de controle, como o Ministério Público e o Tribunal de Contas do Estado,
investiguem as contratações. Para eles, a falta de transparência pode esconder
indícios de superfaturamento, direcionamento ou desvio de recursos públicos.
Enquanto isso, os desafios estruturais permanecem: escolas
com problemas de infraestrutura, estradas intrafegáveis durante o inverno e
comunidades rurais desassistidas.
quinta-feira, 10 de julho de 2025
Vereadores aliados do prefeito rejeitam emenda que beneficiaria profissionais da educação em Afonso Cunha
Afonso Cunha (MA) – Em uma
decisão polêmica, os vereadores da base aliada do prefeito votaram na sessão
extraordinária, que foi realizada na última quarta-feira, (09), contra a Emenda
Modificativa 01/2025, que alterava o Projeto de Lei nº 05/2025,
destinado a conceder abono salarial aos profissionais da educação básica da
rede pública municipal com recursos do FUNDEB.
A proposta visava garantir maior transparência e ampliação no repasse dos recursos aos educadores, que esperavam ser contemplados com o abono ainda este ano. A emenda, de autoria da oposição, buscava ajustar critérios de distribuição e ampliar o número de servidores beneficiados.
Durante a sessão, realizada na Câmara Municipal, os parlamentares alinhados ao prefeito Pedro Medeiros votaram em bloco pela reprovação da emenda, o que gerou revolta entre educadores presentes e repercussão negativa nas redes sociais. A alegação dos vereadores governistas foi de que a emenda poderia comprometer o equilíbrio financeiro da administração e contrariava orientações técnicas do Executivo.
Modificando a redação do Art. 2º
“Art. 2º. Farão jus ao abono de que trata o art. 1º desta Lei, os profissionais efetivos, contratados, comissionados e em função de confiança, profissionais no exercício de funções de suporte pedagógico direto à docência, de direção ou administração escolar, planejamento, inspeção, supervisão, orientação educacional, coordenação e assessoramento pedagógico, e profissionais de funções de apoio técnico, administrativo ou operacional, em efetivo exercício nas redes de ensino de educação básica do Município de Afonso Cunha, detentores ou não de cargos em comissão ou de função de confiança, na rede pública municipal de ensino na data de publicação desta Lei, limitados a uma matrícula vinculadas ao ente municipal, observados os critérios objetivos de elegibilidade a serem definidos em regulamento.
Votos
contrários a emenda
Ver. Jecyka Paloma - NÃO
Ver. Waldenes do Gás - NÃO
Ver. Weliton Cabeção – NÃO
Votos favoráveis a emenda
Ver. Zico Bento - SIM
Ver. Nonato do Correio - SIM
Ver. Professor Paizinho – SIM
Vereadores Faltosos
Ver. Nó Cego
Ver. Manoel Gomes
Placa: 3 x 3
Com o empate, a vereadora presidente da Mesa Diretora, Júlia Rodrigues votou pelo desempate e cravando o punhal da maldade nos funcionários da educação do município de Afonso Cunha.
A oposição, por outro lado, criticou a decisão, acusando a base aliada de agir contra os interesses dos trabalhadores da educação. “É lamentável que uma emenda que apenas aperfeiçoava o projeto original e valorizava os educadores tenha sido rejeitada por questões políticas”, afirmou um dos vereadores contrários ao governo.
Com a emenda rejeitada, o projeto segue para sanção do prefeito na sua forma original, sem as alterações sugeridas. O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais já estuda medidas legais para questionar a decisão e garantir que os recursos do FUNDEB sejam aplicados de maneira mais justa.
terça-feira, 1 de julho de 2025
180 dias de regressão em Afonso Cunha sob o comando de Pedro Medeiros
Afonso Cunha (MA) – Seis meses após assumir a Prefeitura de
Afonso Cunha, o prefeito Pedro Medeiros (PL), acumula críticas e insatisfação
popular. Os primeiros 180 dias de governo têm sido marcados por paralisação de
serviços, atraso de pagamento dos salários aos funcionários contratados, abandono de
políticas públicas e retrocesso em áreas essenciais como cultura,
infraestrutura e assistência social.
A educação segue sofrendo com estruturas precárias e
transporte escolar irregular. Na saúde, faltam insumos, profissionais e
organização. Em vez de avanço, os afonsecunhenses veem a cidade andando para
trás.
Com a suspensão de eventos tradicionais como o Carnaval, o
Dia das Mães e a Festa Junina, a população sente o esvaziamento da identidade
cultural do município. Além disso, programas sociais iniciados em gestões
anteriores foram descontinuados sem explicações, atingindo diretamente famílias
de baixa renda.
Na zona rural, moradores relatam o abandono de estradas
vicinais, falta de transporte escolar e ausência de ações da prefeitura. “Nem
motoniveladora a gente vê mais passando. Está tudo parado”, afirma um
agricultor da região do povoado Lolóia.
“É como se Afonso Cunha tivesse sido colocada no modo pausa, ou
pior: em marcha à ré”, comenta um servidor municipal, indignado com a paralisia
da gestão e o salário atrasado.
Nos primeiros seis meses de governo, não há nenhuma obra
relevante iniciada. Ruas continuam esburacadas, a zona rural esquecida e o
centro urbano, sem qualquer sinal de revitalização. O setor da cultura foi
simplesmente ignorado, que movimentavam
o comércio e reforçavam a identidade local foram substituídos por silêncio e
abandono.
Apesar das cobranças da população, a gestão de Pedro Medeiros
ainda não apresentou um plano de governo consistente. Para muitos, os 180
primeiros dias representam mais do que um começo fraco: simbolizam uma marcha
acelerada rumo ao retrocesso.
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