A mudança não trouxe alívio para os servidores e contratados,
que continuam sem receber seus salários, acumulando dificuldades financeiras e
incertezas quanto ao futuro. Para muitos, a exoneração não passa de uma troca
de nomes, sem qualquer impacto real na solução dos problemas que afetam a
gestão.
Enquanto o discurso oficial fala em reorganização
administrativa, a realidade nas repartições é outra: atrasos persistem,
cobranças aumentam e a insatisfação cresce entre funcionários que dependem do
pagamento para sustentar suas famílias.
A situação reforça críticas de que as decisões do Executivo
municipal estariam mais ligadas a interesses políticos e familiares do que ao
compromisso com a transparência e o respeito ao servidor público.
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