O atraso no pagamento dos servidores municipais da Prefeitura
municipal de Afonso Cunha voltou a gerar repercussão política e levanta
questionamentos sobre a real situação nos bastidores. Em meio às reclamações
dos funcionários, o prefeito Pedro Medeiros afirma publicamente estar rompido
politicamente com Arquimedes. No entanto, apesar do discurso de conflito, só
duas (02) exoneração foi feita até o momento.
A contradição entre a fala e a prática tem alimentado
especulações: trata-se de um racha político verdadeiro ou apenas de uma estratégia
para administrar a crise e redistribuir responsabilidades?
Para analistas políticos, quando há rompimento efetivo, a conseqüência
natural costuma ser a exoneração do aliado. A permanência de Arquimedes no
cargo indica que, mesmo com o discurso de afastamento, ainda pode existir
acordo, dependência administrativa ou cálculo político.
Enquanto isso, os servidores seguem aguardando uma solução
concreta para o atraso salarial, principal problema que motivou a crise. A
situação reforça a percepção de que disputas internas — reais ou encenadas —
acabam recaindo diretamente sobre quem depende do salário para sobreviver.
Pedro Medeiros em uma jogada de “mestre” baixou portaria com
o nome do filho Mateus Medeiros, para assumir a secretaria municipal de
administração e finanças, substituindo Wendel Paranhos, o braço direito de Arquimedes.
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